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Onda de calor deixa mais de 1.100 mortos na Espanha, estima instituto de saúde

  • gilbertosantosmarc
  • 19 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura
País enfrenta temperaturas recordes e incêndios florestais após 16 dias consecutivos de calor extremo.

A Espanha registrou 1.149 mortes atribuídas às altas temperaturas durante a onda de calor que durou 16 dias e terminou na última segunda-feira (18), segundo estimativa do Instituto de Saúde Carlos III. O episódio foi classificado pelo governo espanhol como “a maior e mais longa onda de calor desde 1975”.


De acordo com a plataforma MoMo, que monitora a mortalidade diária no país, o número supera o do mesmo período de 2024, quando 1.011 pessoas morreram em razão do calor. As temperaturas chegaram a 45 °C em algumas regiões.


Em julho, outra onda de calor já havia provocado cerca de 1.060 mortes — um aumento de mais de 50% em comparação com o ano anterior. Além disso, junho de 2025 foi o mais quente já registrado na Espanha, com média de 23,7 °C, segundo a Agência Meteorológica Nacional (Aemet).


O calor extremo também coincidiu com grandes incêndios florestais em várias regiões, especialmente na Galícia, Castela e Leão e Extremadura. Até agora, mais de 375 mil hectares foram devastados pelo fogo, número recorde no país, de acordo com dados preliminares do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS).

 
 
 

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©2020 por Gilberto Marçal. 

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